
As áreas de terras da Veracel somam 211.689 hectares, distribuídos em dez municípios no Sul da Bahia. Desse total, 95.952 hectares são destinados ao plantio de eucalipto, o que equivale a 45 % do total. A maior parte, 50%, é destinada à recuperação e preservação ambiental (incluindo a Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN - Estação Veracel, com mais de seis mil hectares destinados a atividades de educação ambiental e pesquisas científicas) e o restante, 5%, refere-se às áreas de infra-estrutura.
Os 52 diferentes tipos de solo na região da Veracel foram agrupados em seis Unidades de Manejo Operacional. Com essa divisão, temos condições de melhorar o preparo das áreas de plantio, otimizar o planejamento e executar as atividades florestais, reduzindo os impactos sobre o solo.
Criamos dois projetos para melhor gerenciar os impactos das operações sobre o solo. O primeiro, em parceria com a Universidade Federal de Lavras, estabelece faixas de umidade para o trabalho das máquinas, refinando ainda mais o planejamento da colheita em relação a variáveis ambientais. O segundo, com a Universidade de São Paulo, envolve a análise da vazão e da qualidade da água em duas microbacias do rio Santa Cruz, de forma a identificar impactos das operações de cultivo do eucalipto sobre a erosão e o escoamento superficial dos solos.
Na área de Tecnologia Florestal, a empresa gera conhecimento, através de pesquisas e experimentos que contribuem para o melhoria contínua da produtividade florestal. Os trabalhos são desenvolvidos dentro do contexto multidiciplinar, que inclui parceiros, e quatro eixos principais: Melhoramento Genético, Proteção Florestal, Manejo Florestal e Nutrição do Eucalipto e Biotecnologia do Eucalipto.
Uma das práticas ambientais da Veracel é só adquirir terras que já tenham sido exploradas por alguma outra atividade, não realizando plantio de eucalipto em áreas onde identificou-se, a partir de ortofotocartas (1995/1996), vegetação nativa com florestas primárias ou em estágios médio e avançado de regeneração; e nem em fragmentos de Mata Atlântica convertidos após novembro de 1994, visando atender ao padrão de certificação do FSC. Estas áreas até podem vir a ser adquiridas pela Veracel, mas para serem recuperadas como áreas de preservação.
* Informações do Plano de Manejo Integrado