
Veracel e Senai treinam nova turma de operadores de máquinas - 17.03.08
Começou no dia 6 de março, o 16º Curso de Operadores de Máquinas Florestais, realizado pela Veracel em parceria com o Senai. Estiveram presentes à aula inaugural os 20 candidatos selecionados entre os 300 inscritos para concorrer às vagas.
O curso formará operadores de harvester e forwarder, duas máquinas utilizadas na colheita do eucalipto. Segundo Sérgio Lopes, coordenador de Colheita da Veracel, as aulas são uma oportunidade de se colocar no mercado de trabalho. “Atuamos com o Senai desde 2001, e já formamos cerca de 300 pessoas. Hoje temos 400 pessoas trabalhando na Colheita, praticamente todas saídas de turmas como essa.” Segundo Lopes, mesmo quem não for absorvido pelo quadro de colaboradores da Veracel estará preparado para tentar uma vaga em outra empresa. “O mercado florestal atravessa uma fase de grande expansão, e a profissão de operador de máquinas está em alta”, afirma.
Conforme explica Jair Santiago, do Senai, o curso, ministrado em 800 horas, conta com as melhores tecnologias para formar profissionais de ponta. “O curso é muito eficaz e forma profissionais prontos para trabalhar como operadores em qualquer lugar do mundo. De todas as turmas que ministramos, 96% dos participantes foram absorvidos pela empresa solicitante, e os 4% restantes, por outras empresas do setor.” Os alunos dos períodos da manhã e da tarde recebem auxílio financeiro para participar do curso.
Vencedores
Os participantes sabem que conquistaram uma chance de seguir uma nova carreira e alcançar o sucesso profissional. Para Douglas Alves, 24 anos, morador de Santa Cruz Cabrália, que anteriormente trabalhava com abastecimento no Aeroporto de Porto Seguro, a possibilidade de integrar o quadro funcional da Veracel é animadora. “Vou poder ganhar um melhor salário, conhecer uma nova profissão e trabalhar numa empresa séria, estruturada”, comemora.
O mototaxista Éverson Santana Araújo, de 22 anos, morador de Eunápolis, vê no curso uma porta para uma nova carreira. “Sempre tive vontade de fazer esse curso, para ter melhor condição econômica. Além disso, acho que é minha chance de crescer, trabalhar em uma grande empresa e ocupar um cargo de respeito”, declarou.